JOÃO GUIA DE TURISMO E ECOTURISMO - IBICOARA CHAPADA DIAMANTINA - BAHIA BRASIL - CIDADES TURÍSTICAS - SALVADOR - RIO DE JANEIRO - SÃO PAULO

Cachoeira da Fumacinha - Ibicoara Chapada Diamantina Bahia - Brasil.

 

Chapada Diamantina, Ibcoara. Lago do Baixão em Ibcoara, trlha da Fumacinha, Véu de Noiva e outras lndas cachoeras de Ibcoara.

 

Ibicoara Bahia, Lago do Baixão.

 

Ibicoara

Ibicoara, Canyon da cachoera do Buracão.

 

Ibicoara Bahia, Canyon do Buracão, Chapada Diamantina.

 

O guia de turismo  é o profissional encarregado de acompanhar, orientar e transmitir informações a grupos que visitam as belezas naturais do território nacional em excursões (municipais, estaduais ou interestaduais) e em viagens internacionais. Assim sendo, cabe ao guia orientar e promover os despachos e a liberação dos passageiros e suas bagagens em terminais de embarque e desembarque (marítimos, aéreos, etc.); organizar as atividades do dia, desenvolver itinerários de visitas; atender os passageiros e portar a identificação emitida pela EMBRATUR.

É através do trabalho do guia de turismo que os visitantes não só conhecem lugares novos, mas também entendem e, portanto, valorizam a cultura, modo de viver e costumes de cada cidade ou país. Ou seja, o guia é o anfitrião do turista, quando o guia faz um bom trabalho, é certo que o turista guardará ótimas lembranças do lugar apresentado.

As características desejáveis de personalidade para a pessoa que deseja seguir esta profissão são: dinamismo, iniciativa, interesse pelo folclore nacional e mundial, criatividade, sociabilidade, espírito de liderança, facilidade de comunicação

A profissão de guia de turismo foi regulamentada em outubro de 1993 e está classificada da seguinte forma:

1-Regional: pode atuar em todo o território nacional, é cadastrado em sua própria cidade, deve possuir, no mínimo, ensino médio completo e ter dezoito anos.

2-Especializado em atrativos naturais: também conhecido como guia ecológico, pode atuar somente na unidade da federação onde foi cadastrado e realizou o curso de guia. Este profissional não pode atuar em turismo cultural. O grau de instrução e a idade são os mesmos do guia regional.

3-Nacional: também conhecido como guia de excursão, não pode atuar em sua cidade, mas pode trabalhar em toda a América do Sul e em todo o território nacional. Deve ter ensino médio completo e sua idade deve ser de 21 anos ou mais.

4-Internacional: deve ser maior de 21 anos; ter o ensino médio completo; possuir inglês intermediário (ou preferencialmente avançado e o conhecimento de outra línguas) e atua no exterior.

Quando o guia de turismo consegue todos os títulos acima citados, recebe o certificado de técnico em turismo. Recomenda-se que o guia curse faculdade de turismo, cuja duração é de 4 anos e serão estudados tópicos como: sociologia, história da cultura, geografia e planejamento, organização do turismo, entre outros.

O ecoturismo, também chamado de turismo ambiental, turismo sustentável, turismo verde, é uma atividade realizada de forma responsável, que cumpre os princípios elementares de desenvolvimento sustentável. Ele é uma vertente do turismo voltada para a apreciação de elementos da natureza, realizado de forma consciente e ecologicamente correta.

Seu desenvolvimento proporciona um baixo impacto ambiental, visto que é impossível não ocorrer nenhuma alteração no ambiente durante o trânsito de pessoas e veículos em um determinado local, no entanto, sua prática é bem menos agressiva ao meio ambiente, além de ter parte dos recursos financeiros destinados à preservação ambiental.

O público que busca esse tipo de turismo visa estar em contanto com a natureza, sair da rotina de estresse do trabalho, satisfazer necessidades de repouso, diversão, recreação, aventura, entre outros prazeres. Entre as atividades desenvolvidas estão: trilhas ecológicas, tirolesa, arvorismo, cavalgada, boia-cross, cicloturismo, observação de fauna e flora, trekking, asa-delta, balonismo, rafting etc.

Um dos grandes aspectos positivos das atividades desenvolvidas no ecoturismo é a relação com a educação ambiental, pois o contato direto com o meio ambiente e as comunidades visitadas pode promover o respeito e a conscientização ambiental e cultural. Palestras de campo, eventos ecológicos, visitas monitoradas por guias qualificados, entre outros, também auxiliam nesse processo.

O ecoturismo vem ganhando vários adeptos e, atualmente, é o segmento de turismo que mais cresce no mundo, representando 8% do mercado global. No Brasil, o ecoturismo tem apresentado crescimento de 30% ao ano. A grande variedade de belezas naturais do país contribui para esse aumento acima da média mundial. Os guias de turismo de Ibicoara se encontram na cidade.

 

buracaoibicoarabahia.blogspot.com.br/

JOÃO GUIA DE TURISMO DE IBICOARA - CHAPADA DIAMANTINA - BAHIA BRASIL

João guia de turismo da Chapada Diamantina - Ibicoara Bahia

O município de Ibicoara se localiza no sudoeste da Chapada Diamantina, 1070 metros de altitude repleto de patrimõnios naturais que nos traz equilíbrio para o corpo e espirito. Surgiu através dos tropeiros que passavam com seus animais de cargas para levar mercadorias as cidades vizinhas, e chegando aqui as margens dos rios pousavam para descansar e depois seguir viagem.
Foi iniciada como Vila São Bento pertencente ao município de Mucugê, depois assumiu a condição de povoado de Igaraçú. Por volta de 1941 foi elevada a distrito com o nome para Ibicoara.

Significado do nome:
Nome indígena que significa Barro Branco para uns e Cova Terra para outros.

Temperatura Média 19,5ºC 

 
Características:
A principal atividade econõmica é a agricultura, onde destaca o cultivo do café, da hortifrutigrangeiro, fábrico de cachaça e outros.

Ecoturismo:

A cachoeira do buracão abriu os caminhos do turismo para o município de Ibicoara, no sudoeste da Chapada Diamantina, a 1070 metros de altitude, em um clima típico do semi-árido. Os kanios sinuosos atraem adéptos que encontram nesse destino diversas opções de lazer. O Parque Natural Municipal do Espalhado se destaca entre os atrativos naturais do município com diversos saltos, kanions e cachoeiras. È uma unidade de conservação com uma área de 611 hectare, a 30 km da cede do município. Sua principal atração é a cachoeira do Buracão, considarada uma das mais bonita de toda Chapada Diamantina formada pelo rio Espalhado, com serca de 85 metros de altura. A trilha oferece uma paisagem deslumbrante com remanecente e matas e vegetação rupestre em trechos da Serra do Sincorá. A trilha margeia o rio Espalhado as cachoeiras do Buracãozinho, recanto das orquideas, do recanto verde, travessia do kanion até o poço do Buracão. A caminhada pela trilha do Firmino leva até a cachoeira do Licuri, com quase 100 metros de altura, margeando o rio. A cachoeira da Fumacinha (município de Ibicoara), uma das mais novas e mais belas atrações da região, oferece duas opções de roteiro em percursos distintos: o primeiro Fumacinha por cima com subida até as cotas mais altas da Serra do Sincorá e a oportunidade de contemplar a Chapada Diamantina em 360º. O segundo percurso, Fumacinha por baixo é mais longo. Para a visitação dos principais atrativos de Ibicoara é obrigatório o acompanhamento de guias locais credenciado na Secretaria Municipal de Turismo e Meio Ambiente

A Chapada Diamantina é cheia de mistérios, cultura, histórias e muitas belezas naturais.

As atrações turísticas são inúmeras, a começar cidades que remontam ao período colonial brasileiro. Nas redondezas, a paisagem serrana é fascinante. O relevo montanhoso é responsável pela originalidade do cenário chapadense, onde se destaca altas planícies e vales profundos, saltos, rios caudalosos e numerosos cursos d´águas. As ações milenares dos ventos e das águas arredondaram as serras e os morros e esculpiram paredões abruptos de onde escorres inúmeras cachoeiras. Nessa paisagem, a Chapada Diamantina, com uma área total de 70.548 km², se apresenta como um verdadeiro manancial de oportunidade para atividades turísticas, especialmente no segmento do ecoturismo. A diversidade da fauna sugere siliciosas caminhadas para a observação de pássaros, enquanto cavernas, canyons e paredões propiciam a prática do turismo de aventura em variadas modalidades desde o trekking, escalada, bike, calvagadas, off-road, cascading, canionismo até o cave jumping e o mergulho em cavernas. São diversos tipos de roteiros que pode durar de algumas horas até vários dias. A cachoeira do Buracão, Cachoeira da Fumacinha, poço encantado, cachoeira da Fumaça, Pai Inácio, vale do Pati, Gruta da pratinha são ícones da beleza natural que se oferecem para as mais diversas atividades turísticas. 

As altitudes, que varia dos menos 70 metros em algumas cavernas, em Iraquara, e chagam até os 2033 metros no Pico do Barbado, em Piatã - o ponto de maior altitude do Nordeste - propiciam um clima semi- úmido com temperaturas amenas.

O principal período de chuvas da região é de dezembro a março, e durante todo ano há grandes variações diárias de temperaturas que, no inverno, chegam a menos de 5°C, sendo a média anual inferior a 20°C.

GEOLOGIA DA CHAPADA DIAMANTINA

Quem observam o cenário de terras íngremes e leitos de rios pedregosos não imagina que a Chapada Diamantina não existia; onde hoje é sertão, outrora o mar reinava soberano. Há mais ou menos um bilhão e meio de anos, o oceano cobria essa área que era um mar raso, onde desaguavam rios torrenciais, vindos de outras grandes montanhas antes que um choque de placas tectônicas criasse as profundas fissuras e depressões encontradas atualmente. Assim iniciou-se a formação da bacia sedimentar do Espinhaço, onde rios, ventos e mares desempenharam o papel dos agentes modificadores daquela paisagem. As inúmeras camadas de arenitos, conglomerados e calcários, hoje expostos na Chapada Diamantina, representam as atividades destes agentes ao longo do tempo geológico.

A Chapada é o resultado de uma inversão do relevo. Os rios escavaram seus vales profundos e é através desas gargantas que se tem acesso ao planalto. Revolvendo o cascalhos dos leitos destes rios encachoeirados, garimpeiros extraíram no século 18, muitas arroubas de ouro, especialmente na Bacia do Rio de Contas e, no século seguinte, grandes quantidades de diamantes e carbonatos nas nascentes do Paraguaçu. 

A Chapada Diamantina faz parte do sistema orográfico da Serra da Mantiqueira, que em território baiano, desdobra-se em duas outras formações, a Serra do Espinhaço e a da Mangabeira. As Serras da Chapada abrangem uma área de aproximada de 38.000 km² e são as divisoras de água entre a Bacia de Rio São Francisco e os rios que desaguam diretamente no Oceano Atlântico, como o rio de contas e o Paraguaçu.

O perfil das serras ganham formas curiosas como a Serra da Águia em Ibicoara, Serra do Navio, os Três Morros, Três Irmãos, O Morro do Castelo, do Camelo, do Chapéu, entre outros. 

PATRIMÔNIO NATURAL

A Chapada Diamantina é região de nascentes, faz parte da bacia do Paraguaçu, rio fundamental para o semi-árido baiano, que se caracteriza como região provedora de água do estado da Bahia. Possuem uma biodiversidade riquíssima e parcialmente desconhecida, o que lhe conferiu diversas unidades de conservação criadas com a intenção de proteger os recursos hídricos, as paisagens naturais e amostras de ecossistemas que abrigam exemplares endêmicos da fauna e da flora; estimular o desenvolvimento regional; adequar as atividades econômicas e o uso público propiciando a recreação. educação ambiental e pesquisa cientifica; promover um melhor aproveitamento para o ecoturismo; manejar recursos de fauna e flora; e proteger sítios abióticos.

FLORA E FAUNA

A Chapada Diamantina possui uma série de condições climáticas e tipos de vegetação não encontradas em nenhuma das outras regiões do Nordeste. O cenário montanhoso da região abriga uma extraordinária variedade de ecossistemas em que bromélias e orquídeas escondem-se à sombra de aroeiras e umburanas, enquanto as sempre-vivas florescem nos campos dos gerais, em ambiente privilegiado, adaptando-se às diferenças do clima, altitude e solo. A zona mais elevada, denominada campo rupestre, é formada por diversos tipos de vegetação cuja riqueza se compara à encontrada em regiões da Mata Atlântica, da Floresta Amazônica ocidental, da Península do Cabo (África do Sul) e do Oeste da Austrália. Sob as copas de pau-d'arcos florescem begônias e orquídeas. Nas áreas elevadas,  de clima semi-úmido, predomina o serrado, mais conhecido como "gerais" e nas encostas e superfícies arrasadas, áreas mais baixas e de clima mais árido, a caatinga. Uma atração a parte são os mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras que, de abril a agosto, embelezam os cenários, enquanto os ipês florescem em setembro e as quaresmeiras no período da Semana Santa. Assim, durante todo o ano, a Chapada está florida. A região também muitas plantas usadas para fins medicinais. As aves são os animais que mais chama atenção na Chapada Diamantina, pois, além de ser bastante coloridas e emitirem sons chamativos, estão, em sua maioria, ativas durante o dia e muitas delas são fácil de serem visualizadas. 

A Universidade Estadual de Feira de Santana já registrou mais de 50 espécies de aves. Muitas destas ocorrem em várias outras regiões do Brasil, como as garças, anuns, bem-te-vis, beija-flores, papa-capins, enquanto outras espécies são típicas do Nordeste brasileiro como o cardeal e o bico-virado-da-caatinga.

Duas aves são bastante comuns nos campos rupestres: a maria-preta e o bico-de-veludo. Mas, quem chama mesmo a atenção são os beija-flores: o beija-flor-gravatinha-vermelha, que é endêmico da Chapada Diamantina e tem sido observado apenas em áreas com altitude superior a 1000 m ; o beija-flor-vermelho, o beija-flor-de-rabo-branco, e muitos outros.

Presença marcante nos serrados da Chapada Diamantina é a pernalta Seriema. O carcará e o Chima-Chima são aves rapineiras fáceis de serem vistas. Nas áreas de mata, onde a vegetação é mais densa, é mais fácil detectar a presença das aves pelos seus sons do que vê-las diretamente. É o caso de aves como a Surucuá, alma-de-gato, japu, escarradeira, sanhaços e várias outras. Uma das espécies de aves mais características e fácil de ser vista na caatinga da Chapada Diamantina é o Periquito-Vaqueiro ou suiá. Outra ave sempre presente é o picuí, uma pequena pombinha de coloração cinza claro, que sempre é vista aos pares no solo, procurando pequenas sementes para se alimentar. Entre os animais encontrado na rica fauna da região estão: tamanduá bandeira, tatu canastra, mico, macaco prego, gato selvagem, capivara, quati, luis caixeiro (porco-espinho ou ouriço caixeiro), cutia, paca, onça-pintada, arara, curió, e inúmeros tipos de répteis. As serras, em determinada áreas, oferecem sustento a jaguatiricas, onças, mocós, veados, teiús e seriemas. Algumas espécies estão ameaçada de extinção, principalmente devido a caça.

www.ibicoara-chapada-diamantina.com/

JOÃO GUIA DE TURISMO DE IBICOARA - CHAPADA DIAMANTINA - BAHIA BRASIL

Cachoeira do Buracão Chapada Diamantina. Ibicoara Bahia. 85 metros de queda livre

 

Chapada Diamantina. Ibicoara Bahia

 

Chapada Diamantina Cachoeira do Buracão. Ibicoara Bahia

 

Chapada Diamantina. Área de camping Ibicoara Bahia.

 

Chapada Diamantina. Ibicoara Bahia. Belezas naturais do Brasil

 

Chapada Diamantina. Ibicoara Bahia. Paisagens da Chapada Diamantina, Trilha da Fumacinha Ibicoara.

 

Chapada Diamantina. Ibicoara, fotos da Chapada Diamantina. Cachoeira do Licuri por cima Ibicoara.

 

Contato

Guia João, Ibicoara Bahia Av. Nathan Aguiar, nº 301, centro, Ibicoara BA. Oferecemos serviços de guia, transporte, hospedagem, acampamento, informações e outros. Estamos no Play Store também, o download é gratuito. O número 91 tem WhatsApp:
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